Marina Lisa Komiya é uma jovem autora nascida nos Estados Unidos que vive no Japão há alguns anos e é autora de “Senjou no Hito” (線場のひと), mangá Josei em 2 volumes publicado entre 2023 e 2024 na revista Torch da editora Leed. A obra ficou em 9º lugar no ‘Kono Manga ga Sugoi! 2024‘ (Takarajimasha) na categoria de ‘Mangá Feminino’ e venceu o Prêmio de Melhor Mangá Histórico de 2024 do GooglePlay.

Esse é um trabalho ainda pouco conhecido, de uma autora que possui apenas este trabalho publicado e que, no entanto, apresenta muitas qualidades tanto na estética, como na narrativa. Vi a obra sendo comentada algumas no Twitter e criei um grande interessa na obra após ver uma entrevista com a autora feita no Le Figaro – jornal francês – que destacava justamente essa frase que uso no título do post: o desejo da autora de representar pessoas queer em uma época que esses traços e existências foram apagados. A época, o mangá tinha acabado de ter seu primeiro volume lançado pela editora Sakka/Casterman sob o título “Les guerres invisibles” [As Guerras Invisíveis]. E apesar de ser um trabalho pouco conhecido, achei que poderia ser interessante trazer essa entrevista para o blog, vai que chama a atenção de alguma editora nacional?

*volumes 1 e 2*

A entrevista foi feita por Arthur Bayon e está disponível na íntegra no site do Le Figaro. Abaixo, vocês conferem a tradução entrevista completa ^^


Le Figaro –

Marina Lisa Komiya –

Le Figaro –

Marina Lisa Komiya –

Le Figaro –

Marina Lisa Komiya –

Le Figaro –

Marina Lisa Komiya –

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Marina Lisa Komiya –

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Le Figaro –

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Marina Lisa Komiya –

Le Figaro –

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Le Figaro –

Marina Lisa Komiya –

Le Figaro –

Marina Lisa Komiya –

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